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sábado, 21 de outubro de 2023

A Unitedstatesian conspiracy against Cuba

Operation Northwoods was a proposed false flag operation that originated within the US Department of Defense of the United States government in 1962. The proposals called for CIA operatives to both stage and commit acts of terrorism against American military and civilian targets, blaming them on the Cuban government, and using it to justify a war against Cuba. The possibilities detailed in the document included the remote control of civilian aircraft which would be secretly repainted as US Air Force plane, a fabricated "shoot down" of a US Air Force fighter aircraft off the coast of Cuba, the possible assassination of Cuban immigrants, sinking boats of Cuban refugees on the high seas, blowing up a U.S. ship, and orchestrating terrorism in U.S. cities. The proposals were rejected by President John F. Kennedy.
Transcribing just because this needs more attention.

sexta-feira, 8 de maio de 2020

Recuperar bandidinhos × fortalecer bandidões



E o voto dessa alga marinha vale tanto quanto o seu.

(2015, se alguém quer saber o ano; hoje o ônibus tá R$ 4,05, argh.)

sexta-feira, 10 de janeiro de 2020

Pílula nº 18

Se falo dos famintos, todos me chamam de cristão; se falo das causas da fome, me chamam de comunista.

Dom Hélder Câmara

quinta-feira, 12 de setembro de 2019

Pill #16

News is what someone wants suppressed. Everything else is advertising.

anonymous (wrongly attributed to George Orwell)

segunda-feira, 30 de julho de 2018

Pílula nº 12

Ainda tem gente que põe a culpa em quem votou na Dilma por trazer Temer. Presumo então que quem votou no Aécio apoie Aloysio Nunes, que flerta com trabalho escravo e corrupção no metrô.

Pedro Casanova

quinta-feira, 30 de novembro de 2017

Pílula nº 10

A Veja é a revista que publicou matéria sobre o "boimate". Que disse que o racismo no Brasil havia acabado. Que já foi acusada por vários entrevistados de ter INVENTADO respostas a perguntas que jamais foram feitas. Ninguém precisa "atacar" a Veja; ela se desmoraliza sozinha.

Pablo Villaça

sábado, 16 de setembro de 2017

Pill #7


Defending something just because it's a tradition is saying something old must be kept only because it's old; it's disobeying the good cliché of always trying to improve.

via Least I Could Do

Cristãos não-homofóbicos, até que enfim

Este relato (cliquem para fotos dos cartazes) do Facebook merece ser guardado n'A Telha.
Resolvi escrever este texto sabendo que serei incompreendido e criticado. Mas sinceramente, não estou nem aí! Sou casado, pai de duas filhas e completando 46 anos em alguns dias, não tenho mais nada a provar para ninguém.

Fui convidado por meu amigo José Barbosa Junior para junto com um grupo de cristãos de várias igrejas estar na parada gay para uma ação simples: iríamos empunhar cartazes que demostrassem o amor de Cristo por todos que estivessem ali e ao mesmo tempo mostrar a nossa discordância com os pastores midiáticos tem falado sobre o tema.

Nosso lema já dizia a que veio “Jesus cura a homofobia” e minha ação era simples, empunhar o cartaz que escolhi “Desculpe-nos pela forma que a “igreja” trata vocês” e sorrir o máximo possível (quem me conhece sabe que eu não sou tão bom nisso! Rsrsrsrs).

A reação veio rápida e prosseguiu durante todo o dia, vários sorrisos em retribuição de muita, mais muita gente, sinais de positivo, muitos abraços dados e recebidos e tantos outros chegavam a chorar quando abraçados e ouvir um simples “Jesus ama você”. Foram tanta emoção, tantas expressões de gratidão apenas por estarmos ali. Mas quem mais se emocionava era eu, pensando o quanto Deus amava todas aquelas pessoas e que entre nós cristãos e elas não há diferença alguma, somos todos iguais perante Deus e que a única regra é o amor.

Pra fechar o dia vi que uma “Drag Queem” [sic] toda paramentada me olhava com olhos lacrimejantes e visivelmente emocionada com o meu cartaz, fiz um sinal para ela se aproximar e ela abraçou a minha esposa e depois me abraçou com força, agradecendo por estarmos ali e falando o quanto ela sabia que era amada por Deus. Nunca fiz tão pouco e recebi tanta gratidão.

Resumo: Somente 15 pessoas conseguiram de forma tão simples atingir muitas, mas muitas pessoas, um dos trios elétricos chegou a parar e nos agradecer e gritar nosso lema bem alto, as entrevistas se sucederam o dia inteiro, perdi a conta, um site chegou a nos colocar como um dos destaques da parada. Várias outras mídias falaram da nossa participação de forma elogiosa.

Muitos na passeata nos aplaudiam e agradeciam de longe, ou de perto mesmo, fazendo de tudo para demostrar carinho por nossa atitude. Creio que reconheceram naquele pequeno grupo um amor infelizmente negado pela maior parte da igreja. Fiquei sonhando como seria se a Igreja expressasse o amor de Jesus de forma simples e sem preconceitos.

Foi um trabalho de formiguinha, mas que me fez acreditar que podemos sim reverter a situação atual e que o evangelho de Jesus que é simplesmente AMAR AO PRÓXIMO ainda tem espaço nesta geração. É só começar!

sábado, 26 de agosto de 2017

Of (post-)modern totalitarianism

Zizek traz dois pontos importantes: a passivo-agressividade pós-moderna é pior que a agressividade tradicional, e a cartilha PC, na obsessão pelo respeito, acaba por esfriar as relações humanas.

Pill #5

Power doesn’t corrupt people, people corrupt power.

William Gaddis