quinta-feira, 29 de novembro de 2018

quarta-feira, 8 de agosto de 2018

Clarice Falcão contra os clichês antiabortistas

Galera,

Ontem postei aqui na página que sou a favor da legalização do aborto. Fiquei um pouco chocada com o nível do debate nos comentários. Não tanto pelo conteúdo (o assunto é polêmico e é natural que as opiniões divirjam) quanto pela forma. Li alguns comentários no estilo “vocês são assassinos”, “na hora de abrir as pernas foi bom”, “sua mãe deveria ter te abortado” e um impressionante e direto “retardada.” (admiro esse poder de síntese).

Vamos por partes. Em primeiro lugar, não me considero uma assassina. Também não considero assassinas as mulheres que optam por fazer um aborto. Não acredito que a vida comece na fecundação — se fosse o caso, metade dos seres humanos morreria nos primeiros dias de vida já que 50% dos embriões não “vingam”. As atividades cerebrais do feto só começam a existir a partir do segundo mês de gestação e o córtex (a parte do cérebro que nos permite sentir dor) só se desenvolve a partir da vigésima sexta semana. Mas, acima de tudo isso, as mulheres abortam. Independente do aborto ser legal. Elas tomam remédios, procuram clínicas clandestinas, tentam remover o feto com cabides. A cada dois dias uma brasileira morre tentando abortar clandestinamente (em geral, mulheres pobres). Se isso não é um problema de saúde pública, eu não sei o que é.

“Na hora de abrir as pernas foi bom”. Olha, primeiramente nem sempre é bom né miga. Segundamente, nenhum método contraceptivo é 100% seguro. E, pra você que acha que se o aborto for legalizado vai virar “a festa do aborto”, vale dar uma pesquisada nos lugares que já legalizaram. No Uruguai, por exemplo, o número de abortos diminuiu drasticamente após a descriminalização. Isso sem contar nos estudos que apontam uma diminuição enorme da criminalidade em estados americanos dezoito anos depois do aborto ser legalizado.

Quanto à sugestão do aborto retroativo por parte da minha mãe, se ela não quisesse que eu nascesse ou não tivesse condições de me criar eu gostaria que ela pudesse ter abortado em uma clínica legalizada e limpa com profissionais competentes e cuidadosos.

E, finalmente, minha resposta para o “retardada”: “cabeça de melão.”.

No mais, desculpa o textão.

segunda-feira, 30 de julho de 2018

Pílula nº 12

Ainda tem gente que põe a culpa em quem votou na Dilma por trazer Temer. Presumo então que quem votou no Aécio apoie Aloysio Nunes, que flerta com trabalho escravo e corrupção no metrô.

Pedro Casanova

terça-feira, 3 de abril de 2018

segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018

Cosplays que muito mais gente deveria fazer

Estas fotos são os únicos exemplos que já vi de cada personagem, dentro ou fora da Internet.

Vovó (The Sylvester & Tweety Mysteries)

Colonel Sanders (mascote da KFC) [via El Vortex]

Dona Clotilde (El Chavo del Ocho) [via El Vortex]

quarta-feira, 24 de janeiro de 2018

Recommendation #4: Sara Niemietz

The Pokémon first opening theme with a genius twist. Ends at 4:19.



Check also her channel (this isn't from there).

terça-feira, 2 de janeiro de 2018

The uncanny wedding photo

A wedding photographer took this picture from a rooftop to get a bird’s eye view of a wedding in progress. Something seemed odd about the balcony in the top right portion of the photograph.


This is what the photographer found when they zoomed in.


The one on the right staring directly at the camera just adds a whole other level of "fucking no" to this.

via dontforgetofrown, 1takejake and finninajakesuit (deactivated Tumblrs) (adapted)

quinta-feira, 30 de novembro de 2017

Pílula nº 10

A Veja é a revista que publicou matéria sobre o "boimate". Que disse que o racismo no Brasil havia acabado. Que já foi acusada por vários entrevistados de ter INVENTADO respostas a perguntas que jamais foram feitas. Ninguém precisa "atacar" a Veja; ela se desmoraliza sozinha.

Pablo Villaça

domingo, 1 de outubro de 2017

Pill #8

Some claim that evolution is just a theory, as if it were merely an opinion. The theory of evolution — like the theory of gravity — is a scientific fact. Evolution really happened. Accepting our kinship with all life on Earth is not only solid science. In my view, it’s also a soaring spiritual experience.

Neil deGrasse Tyson, Cosmos

sábado, 16 de setembro de 2017

Pill #7


Defending something just because it's a tradition is saying something old must be kept only because it's old; it's disobeying the good cliché of always trying to improve.

via Least I Could Do

Cristãos não-homofóbicos, até que enfim

Este relato (cliquem para fotos dos cartazes) do Facebook merece ser guardado n'A Telha.
Resolvi escrever este texto sabendo que serei incompreendido e criticado. Mas sinceramente, não estou nem aí! Sou casado, pai de duas filhas e completando 46 anos em alguns dias, não tenho mais nada a provar para ninguém.

Fui convidado por meu amigo José Barbosa Junior para junto com um grupo de cristãos de várias igrejas estar na parada gay para uma ação simples: iríamos empunhar cartazes que demostrassem o amor de Cristo por todos que estivessem ali e ao mesmo tempo mostrar a nossa discordância com os pastores midiáticos tem falado sobre o tema.

Nosso lema já dizia a que veio “Jesus cura a homofobia” e minha ação era simples, empunhar o cartaz que escolhi “Desculpe-nos pela forma que a “igreja” trata vocês” e sorrir o máximo possível (quem me conhece sabe que eu não sou tão bom nisso! Rsrsrsrs).

A reação veio rápida e prosseguiu durante todo o dia, vários sorrisos em retribuição de muita, mais muita gente, sinais de positivo, muitos abraços dados e recebidos e tantos outros chegavam a chorar quando abraçados e ouvir um simples “Jesus ama você”. Foram tanta emoção, tantas expressões de gratidão apenas por estarmos ali. Mas quem mais se emocionava era eu, pensando o quanto Deus amava todas aquelas pessoas e que entre nós cristãos e elas não há diferença alguma, somos todos iguais perante Deus e que a única regra é o amor.

Pra fechar o dia vi que uma “Drag Queem” [sic] toda paramentada me olhava com olhos lacrimejantes e visivelmente emocionada com o meu cartaz, fiz um sinal para ela se aproximar e ela abraçou a minha esposa e depois me abraçou com força, agradecendo por estarmos ali e falando o quanto ela sabia que era amada por Deus. Nunca fiz tão pouco e recebi tanta gratidão.

Resumo: Somente 15 pessoas conseguiram de forma tão simples atingir muitas, mas muitas pessoas, um dos trios elétricos chegou a parar e nos agradecer e gritar nosso lema bem alto, as entrevistas se sucederam o dia inteiro, perdi a conta, um site chegou a nos colocar como um dos destaques da parada. Várias outras mídias falaram da nossa participação de forma elogiosa.

Muitos na passeata nos aplaudiam e agradeciam de longe, ou de perto mesmo, fazendo de tudo para demostrar carinho por nossa atitude. Creio que reconheceram naquele pequeno grupo um amor infelizmente negado pela maior parte da igreja. Fiquei sonhando como seria se a Igreja expressasse o amor de Jesus de forma simples e sem preconceitos.

Foi um trabalho de formiguinha, mas que me fez acreditar que podemos sim reverter a situação atual e que o evangelho de Jesus que é simplesmente AMAR AO PRÓXIMO ainda tem espaço nesta geração. É só começar!

quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Codex Gigas


The Codex Gigas was once considered the eighth wonder of the world; the book is three feet long and weighs a hundred and sixty-five pounds. It has 600 pages which, contrary to legend, are made from calf skins, not donkey skins.

The Codex Gigas includes a combination of texts found nowhere else. In addition to the full text of the Latin bible, the book contains herbals, history books, cures for dangerous illnesses, texts caring for the soul, medical formulas for treating illnesses and diseases, conjurations, and even solutions to problems such as finding a thief.

The book got the nickname of The Devil’s Bible because it is the only bible to include such a large portrait of the devil. Half-clothed in royal ermine; half man, half beast; with claws, cloven hooves, and a huge serpentine red tongue, the drawing shows Satan walled up in a cell alone rather than loosed in Hell. Immediately across from the devil is a portrait of the Kingdom of Heaven, creating an interesting contrast.

According to the Kungl Biblioteket, legend had it that the book was written by a monk condemned to be walled up alive. To spare his life, he promised his bishop that he would create the most wonderful book the world had ever seen, including the text of the Bible and the sum of all human knowledge up to that point in time – and he would do it in one night.

In order to accomplish this impossible task, he sold his soul to the devil. The legend is actually based on a misinterpretation of the word “inclusus” as the punishment of being walled up alive, but which actually refers to a monk choosing to live in a solitary cell away from the others.

Despite the legend involving the devil, in the time of the inquisition, this codex was kept by the monastery and studied by many scholars to this day.

via distortus

There's a well maintained website that allows you to browse and view parts of this document online, as well.

via oldmanyellsatcloud

terça-feira, 12 de setembro de 2017

quarta-feira, 6 de setembro de 2017

Recommendation #3: Queen Adreena

I got this long ago via an interesting post by a friend, which you should check out, 'cause unlike me, he has something to say, so he's not succinct. XD